O VALOR DA ÁGUA NO SEU CONDOMÍNIO… E NO MUNDO

22 de março de 2019

Não. Esse não é exatamente um texto para falar sobre os gastos com água no seu condomínio.

Hoje, 22 de março, é o Dia Mundial da Água e esse tema nos levou fazer um questionamento sobre a forma como lidamos com esse recurso tão fundamental para nossa vida. Fundamental, sim, mas nem sempre valorizado.

É natural do comportamento urbano nas grandes metrópoles a falta de preocupação com o que se tem em abundância.

Em uma cidade como São Paulo e, sejamos francos, mais precisamente em nossos confortáveis condomínios, é muito comum nos darmos conta da existência da água quando mais precisamos dela. Em geral esse momento ocorre quando ela falta, não é?

O impacto é tão grande que, provavelmente, os níveis de estresse sobem a muito quando existe o mínimo risco de ficar sem água durante algumas horas, talvez por uma pequena manutenção nos registros do condomínio.

Recentemente, entre 2014-2016, na última crise hídrica, diversas medidas foram necessárias para que prédios e condomínios pudessem minimizar, de alguma forma, os problemas de abastecimentos dos moradores. A situação exigiu providências emergenciais, como a construção de poços artesianos, captadores de água de chuva, armazenamento e investimento em formas de reuso.

Você sabe que é preciso economizar. Já falamos disso em outro texto, inclusive com dicas bem legais para você aplicar em sua casa. Também falamos sobre ações do condomínio, como a individualização da água, já que ela tira a responsabilidade do cuidado com a água, do grupo e a passa para o indivíduo; quando dói no bolso, a consciência do respeito a esse recurso indispensável aumenta. No entanto, mais do que economizar é preciso solidificar uma cultura.

A cultura de valorização da água precisa ser relembrada e reforçada constantemente, nas grandes comunidades como a nossa cidade, mas também nas pequenas, como nosso condomínio. Precisa ser estimulada de dentro para fora, em cada unidade, em cada família que compõe um condomínio.

É claro que cabe às lideranças do condomínio um estímulo veemente e constante para melhorar o respeito e a valorização da água, mas hoje, um dia especial para esse tema, temos que reconhecer nossa responsabilidade como cidadãos do planeta para fazer da sustentabilidade um estilo de vida. Essa é uma parte do legado cultural que precisamos deixar para as futuras gerações.

DECLARAÇÃO

Talvez você não saiba, mas a Organização das Nações Unidas, na instituição do Dia Mundial da Água, publicou a Declaração Universal dos Direitos da Água. Conheça esse texto e reflita sobre como anda a situação da água em seu condomínio:


A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.


A água é a seiva do nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo o ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no art. 30º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 3º
Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo a água deve ser utilizada com racionalidade, preocupação e parcimónia.

 4º
O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intatos e funcionando normalmente, para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos por onde os ciclos começam.


A água não é somente uma herança dos nossos predecessores, ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. A sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do Homem para as gerações presentes e futuras.


A água não é uma doação gratuita da natureza, tem um valor económico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.


A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. Da maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento, para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas atualmente disponíveis.

 8º
A utilização da água implica o respeito da lei. A sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou o grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo Homem nem pelo Estado.

 9º
A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua proteção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.

10º
O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em função da sua distribuição desigual sobre a Terra.

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